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Confira programação de oficinas e shows no Estúdio Mawaca

Inaugurado em 2015 como um espaço cultural com shows, oficinas e cursos de música e dança, o Estúdio Mawaca abre suas portas para novas oficinas que ocorrerão ao longo de 2016.

O início das atividades será no próximo dia 28 de maio com a oficina ‘Introdução às Músicas do Mundo’ com Magda Pucci e Gabriel Levy, integrantes do Mawaca, e também coordenadores do projeto. Essa oficina é uma grande viagem sonora pelo mundo e busca explorar as sonoridades das mais relevantes expressões musicais de diferentes povos do mundo, trazendo-as para a sala de aula.

O encontro será seguido pela apresentação do espetáculo infantil ‘Pelo Mundo com Mawaca’, também no dia 28 de maio, às 17h.

Nesse ano, o espaço tem apoio do edital do PROAC da Secretaria do Estado de SP e poderá oferecer oficinas gratuitas para professores da rede pública e de ONGs. Para os outros interessados, valores bem acessíveis.

O Estúdio Mawaca fica na rua Inácio Borba, 483, na Chácara Santo Antonio, em São Paulo.

Informações: www.estudiomawaca.com.br

Confira a programação:

MAIO

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28 de maio

Oficina “Introdução às Músicas do Mundo”

QUANDO: 28 de maio de 2016, das 9h às 16h (com intervalo de 60 minutos)

O QUE: Tendo como principal enfoque a grande diversidade da música do mundo e a experiência de 21 anos com o grupo Mawaca, essa oficina introdutória pretende explorar um panorama de algumas das mais relevantes expressões musicais de diferentes povos do mundo. Com atividades práticas de sensibilização, criação e reflexão, os músicos e educadores Magda Pucci e Gabriel Levy proporcionarão aos participantes uma grande viagem sonora com propostas para estimular e facilitar a inserção  desse repertório na sala de aula.

PÚBLICO ALVO: professores das redes públicas, privadas, ONGs principalmente da Zona Sul, educadores musicais e interessados em geral

QUANTO: A capacidade do Estúdio Mawaca é de 40 pessoas e as vagas para a oficina estão divididas da seguinte maneira: público em geral (10 pessoas), R$ 70; professores da rede privada (10 pessoas), R$ 70 (oficina e ingresso para o show do dia); professores rede pública e ONGs (20 pessoas), grátis.

INSCRIÇÕES: inscricoes@estudiomawaca.com.br [/box]

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28 de maio

Show ‘Pelo mundo com Mawaca’
O MAWACA convida o seu público infantil para uma grande viagem por vários lugares do mundo como França, Albânia, Tanzânia, Índia, Portugal, Israel e Brasil, criando uma verdadeira trama de sons e fios de histórias que se entrelaçam durante o espetáculo. Para o show  serão convidadas crianças de ONGs parceiras para participarem junto aos professores da oficina.

QUANDO:
28 de maio de 2016, às 17h

QUANTO:
grátis, distribuídos entre professores da rede pública e ONGs (10 ingressos), participantes da oficina do dia (10) e crianças da rede pública (20); R$ 15 (estudantes, mediante apresentação de comprovação); R$ 20 (professores da rede privada); R$ 30 (público geral – 10 ingressos disponíveis).

Lotação: 40 pessoas[/box]

JUNHO

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4 de junho

Oficina ‘Vivência e aprendizado de ritmos brasileiros’ com Ari Colares e Eder, “O” Rocha

QUANDO: 4 de junho de 2016, das 9h às 16h, com intervalo de 60 minutos

O QUE: O pernambucano Eder “O” Rocha irá desenvolver o aprendizado de ritmos do Nordeste como Forró, Ciranda, Maracatu de Baque Virado e Baque Solto. Éder irá apresentar parte de sua pesquisa acerca dos instrumentos de percussão na cultura musical brasileira: tipos de instrumentos, qualidades, contexto onde estão inseridos, diferentes técnicas, características acústicas, diferentes modos de tocá-los. Essa oficina pretende promover a vivência e análise da estrutura de importantes manifestações musicais da cultural popular brasileira.

Ari Colares trabalhará por meio da experimentação, padrões rítmicos do sudeste (e norte  brasileiros utilizando cantigas relacionadas a cada ritmo trabalhado. Através da relação do som dos tambores com a movimentação corporal, buscará  estimular o estudo e a vivência da cultura popular sensibilizando o participante para o universo de possibilidades criativas desse repertório. m as regiões e grupos sociais específicos.

PÚBLICO ALVO: professores das redes públicas, privadas, ONGs principalmente da Zona Sul, educadores musicais e interessados em geral.

QUANTO: A capacidade do Estúdio Mawaca é de 40 pessoas e as vagas para a oficina estão divididas da seguinte maneira: público em geral (10 pessoas), R$ 70; professores da rede privada (10 pessoas), R$ 70 (oficina e ingresso para o show do dia); professores rede pública e ONGs (20 pessoas), grátis.

INSCRIÇÕES: inscricoes@estudiomawaca.com.br

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4 de junho

Show ‘Brasil Tambor e Fole’

Os percussionistas Ari Colares e Eder “O” Rocha se unem ao acordeonista Gabriel Levy para levar o público a um passeio pelos ritmos brasileiros de norte a sul do país. Canções e melodias tradicionais se misturam ao diálogo dos diversos timbres percussivos num grande jogo improvisativo buscando promover momentos em que a plateia, de maneira interativa, canta, batuca e dança, como se estivesse numa festa popular.

QUANDO: 4 de junho de 2016, às 17h

QUANTO: grátis, distribuídos entre professores da rede pública e ONGs (20 ingressos); participantes da oficina do dia (10 ingressos); R$ 15 (estudantes, mediante apresentação de comprovação); R$ 20 (professores da rede privada – 10 pessoas); R$ 30 (público geral – 20 ingressos disponíveis) [/box]

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11 de junho

Oficina ‘Músicas indígenas nas escolas’ com Magda Pucci, Berenice de Almeida e Ibã Sales (Huni Kuin/Acre)

As musicistas e educadoras  Magda Pucci e Berenice de Almeida, realizarão uma prática contextualizada de diversos repertórios indígenas brasileiros, abordando músicas de alguns povos como Kambeba, Paiter Suruí, Kaingang, Krenak, Ikolen-Gavião e Huni Kuin, estimulando a reflexão sobre a grande diversidade cultural do Brasil e desmitificando a ideia de que as músicas indígenas são todas iguais.

Cantar em diferentes línguas indígenas, entrar em contato com conteúdos mitológicos, ouvir o som de determinados instrumentos, perceber a forma como a música se insere na vida cotidiana indígena fazem parte da prática musical a ser desenvolvida nessa oficina. Desenvolverão também uma reflexão sobre o papel da oralidade, intrinsecamente ligada à musicalidade, proporcionando assim, uma experiência das nossas mais remotas origens, além de também indicar várias formas de utilização do repertório indígena em sala de aula.

Como convidado especial, teremos Ibã Sales pajé do povo Huni Kuin (Kaxinawá), cantor, professor e pesquisador dos cantos tradicionais que vai demonstrar os cantos  Huni Meka do Nixi Pae e mostrar os desenhos oriundos das oficinas que Ibã, vem organizando na região do Jordão com jovens indígenas.

Ibã Kaxinawá foi um dos convidados especiais que se apresentou com o Mawaca no show 'Cantos da Floresta', no Teatro Anhembi Morumbi, em São Paulo (foto: Eduardo Vessoni)
Ibã Kaxinawá  (foto: Eduardo Vessoni)

QUANDO: 11 de junho de 2016, das 9h às 16h com intervalo de 60 minutos

PÚBLICO ALVO: professores das redes públicas, privadas, ONGs principalmente da Zona Sul, educadores musicais e interessados em geral

QUANTO: A capacidade do Estúdio Mawaca é de 40 pessoas e as vagas para a oficina estão divididas da seguinte maneira: público em geral (10 pessoas), R$ 70; professores da rede privada (10 pessoas), R$ 70 (oficina e ingresso para o show do dia – 10 pessoas); professores rede pública e ONGs (20 pessoas), grátis.

INSCRIÇÕES: inscricoes@estudiomawaca.com.br

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11 de junho

Exibição do documentário ‘O Espírito da Floresta’  de Amilton Pelegrino  de Matos sobre o projeto MAHKU – Movimento dos Artistas Huni Kuin
Vídeo realizado para a exposição ’Histoires de Voir’, da Fundação Cartier para a arte contemporânea (Paris, França) visando apresentar o projeto Espírito da Floresta de pesquisa dos cantos sagrados Huni- Kuin e sua extensão nos trabalhos do MAHKU – movimento dos artistas Huni-Kuin.

O vídeo é conduzido e narrado pelo coordenador do projeto Ibã Huni Kuin e elaborado pelos jovens Huni- Kuin, pesquisadores de sua tradição, e apresenta o trabalho de tradução visual (e audiovisual) dos cantos (duração: 45 minutos)

QUANDO: 11 de junho de 2016, às 15h

VEJA VÍDEO

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11 de junho

Show ‘Rupestres Sonoros’ com grupo Mawaca e participação especial de Ibã Sales (Huni-Kuin/Acre)

Um trabalho em que o grupo Mawaca faz uma homenagem aos povos indígenas brasileiros e revela curiosas relações entre as pinturas rupestres e as músicas dos diferentes povos que aqui viveram e ainda vivem. A

Este espetáculo apresenta um repertório multifacetado com cantos dos povos Paiter Suruí, Ikolen-Gavião, Pakaa-Nova, Huni-Kuin, Txucarramãe, Kayapó entre outros. Ibã Sales pajé do povo Huni Kuin (Kaxinawá), hoje um artista coloborador do Mawaca, irá fazer uma participação no show com seus cantos de miração.

QUANDO: 11 de junho, às 17h

QUANTO: público em geral (20 pessoas), R$ 30 (R$ 15, estudantes); professores da rede privada (10 pessoas), R$ 20 (oficina e ingresso para o show do dia – 10 pessoas); professores rede pública e ONGs (20 pessoas), grátis. [/box]

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18 de junho

ritmundo_01Oficina ‘Ritmos do Mundo’ com Anita Gritsch (Áustria) e Rubens Oliveira (Gumboot)

Anita Gritsch com sua larga experiência em processos educativos através da musica e do corpo, vai desenvolver aspectos da riqueza rítmica do mundo com suas mil e uma possibilidades de tocar e fazer música. Nessa oficina, Anita vai trabalhar as rítmicas de diversas culturas e países, desde a Europa, atravessando a América latina até a África. Começando com uma aproximação ao corpo, explorando os sons dele, despertando a percepção e a escuta, estimulando o sabor de cada ritmo com toques de improvisação e um pouco de conhecimento do contexto.

Rubens Oliveira vai desenvolver as técnicas do Gumboot – dança de botas de borracha, uma forma de dança popular criada pelos trabalhadores no século XIX nas minas de ouro e de carvão da África do Sul. Em sua oficina os alunos terão a possibilidade de vivenciar a complexidade rítmica e gestual do Gumboot dance, marcada por movimentos vibrantes, saltos e sons característicos.

QUANDO: 18 de junho de 2016, das 9h às 16, com intervalo de 60 minutos

PÚBLICO ALVO: professores das redes públicas, privadas, ONGs principalmente da Zona Sul, educadores musicais e interessados em geral

QUANTO: A capacidade do Estúdio Mawaca é de 40 pessoas e as vagas para a oficina estão divididas da seguinte maneira: público em geral (10 pessoas), R$ 70; professores da rede privada (10 pessoas), R$ 70 (oficina e ingresso para o show do dia – 10 pessoas); professores rede pública e ONGs (20 pessoas), grátis.

INSCRIÇÕES: inscricoes@estudiomawaca.com.br

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18 de junho

ritmundo_02Show ‘YEBO com Gumboot Dance’

O grupo Gumboot surgiu em meados do século XIX no período em que ocorriam as descobertas de minas de diamante e de ouro e por conta dos longos anos de colonização Holandesa e Britânica a segregação racial era essencialmente informal, apesar de algumas leis terem sido promulgadas para controlar o estabelecimento e a livre circulação de pessoas nativas, muitos dos povos negros segregados em tribos, eram enviados às minas como mão de obra local.

Por conta dos inúmeros povos de diversas línguas (a África do Sul tem cerca de onze línguas oficiais) os trabalhadores encontraram um formato de se comunicar sem precisar do idioma e descobriram que com o batuque das botas, canto e gritos era a solução para que pudessem se comunicar.

Segundo Rubens Oliveira, havia diversas simbologias que simplificavam essa comunicação como a saudade da família, o trem que os conduzia as minas e a própria iniciativa em se divertir por mais que estivessem em condições insalubres de trabalho. “A coerência de sons e ritmo foram amadurecendo e aos poucos transformaram a ‘comunicação das botas’ em dança”, sintetiza o bailarino.

QUANDO: 18 de junho, às 17h

QUANTO: público em geral (20 pessoas), R$ 30 (R$ 15, estudantes); professores da rede privada (10 pessoas), R$ 20 (oficina e ingresso para o show do dia – 10 pessoas); professores rede pública e ONGs (20 pessoas), grátis. [/box]

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25 de junho

africano_01Oficina ‘As Áfricas da África’ com Marina de Mello e Souza (USP), Fanta Konate (Guiné) e Luís Kinugawa (Djembedon)

Nessa oficina, a profª. da USP, Marina de Melo e Souza apresentará alguns aspectos de sociedades do continente africano com destaque para as regiões que têm maior conexão com a formação do Brasil.

Serão abordados sistemas de pensamento, organização social, formas de transmissão do conhecimento, ritos e manifestações culturais de povos da África ocidental e da África central.

Também serão apresentados os tipos de contatos que os brancos que passaram a frequentar essas regiões a partir do século XV mantiveram com as sociedades nativas. Se até o século XIX o interesse maior dos europeus e brasileiros era a obtenção de trabalhadores escravizados, obtidos por meio de relações comerciais com os africanos, no século XX o continente foi quase integralmente dominado pela potência europeia, o que provocou mudanças radicais em suas sociedades. Serão apresentados aspectos dessa dominação, assim como os processos por meio dos quais os países africanos conquistaram suas independências a partir dos anos 1960.

A chamada diáspora africana, resultante do tráfico de escravizados também será abordada, especialmente no que diz respeito ao desenvolvimento de manifestações culturais afro-americanas, ou seja, criadas nas Américas a partir de matrizes africanas.

Fanta Konate e Luis Kinugawa apresentarão um pouco da cultura da Guiné Conacri através de cantos, ritmos e danças, contextualizadas historicamente, assim como seus significados sociais. A cultura Malinkê da Guiné Conacri é uma das mais  musicais, artísticas, bailadas, e tem seu fundamento no conceito de que os instrumentos “falam”, isto é, reproduzem a voz, discursam, dialogam, criam frases relacionadas ao momento presente, conduzem as danças, trazem uma grande herança de provérbios, conceitos sociais, conselhos e sabedoria dos ancestrais, combinando eternamente e harmonicamente, duas polaridades: Respeito e Alegria.

QUANDO: 25 de junho, das 9h às 16h, com intervalo de 60 minutos

PÚBLICO ALVO: professores das redes públicas, privadas, ONGs principalmente da Zona Sul, educadores musicais e interessados em geral

QUANTO: A capacidade do Estúdio Mawaca é de 40 pessoas e as vagas para a oficina estão divididas da seguinte maneira: público em geral (10 pessoas), R$ 70; professores da rede privada (10 pessoas), R$ 70 (oficina e ingresso para o show do dia – 10 pessoas); professores rede pública e ONGs (20 pessoas), grátis.

INSCRIÇÕES: inscricoes@estudiomawaca.com.br

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25 de junho

africano_02Show ‘Malinkê’ com Fanta Konatê e Troupe Djembedon

A cantora e bailarina guineana Fanta Konatê é também fundadora do Instituto África Viva, projeto que  promove a  integração das culturas da Guiné e do Brasil, visando o desenvolvimento humano. Acompanhada pela Troupe Djembedon, seu repertório apresenta tanto os tambores e instrumentos ancestrais, quanto a fusão com sopros, cordas e musicas da tradição Malinkê da Guiné Conakry.

O show conecta o público à África Real dos saberes, belezas e resiliência através de temas, dinâmicas e andamentos variados das composições que expressam a alma dessa embaixadora Cultural da República da Guiné: Fanta Konatê

QUANDO: 25 de junho de 2016, às 17h

QUANTO: público em geral (20 pessoas), R$ 30 (R$ 15, estudantes); professores da rede privada (10 pessoas), R$ 20 (oficina e ingresso para o show do dia – 10 pessoas); professores rede pública e ONGs (20 pessoas), grátis.

INSCRIÇÕES: inscricoes@estudiomawaca.com.br [/box]

JULHO

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9 de julho

oficina6Oficina ‘Diálogos culturais nos territórios da educação musical’ com Teca Alencar de Brito

Um dia dedicado às reflexões sobre as possibilidades da inserção da música do mundo em projetos educacionais, a partir do relato de experiências de educadores que têm um olhar para o multiculturalismo em diferentes ambientes educacionais.

Na segunda parte da oficina, Mayumi Takai irá comentar sobre suas experiências com a metodologia Orff, envolvendo músicas de diversas tradições do mundo; e Luís Kinugawa falará sobre sua experiência com refugiados na África com um trabalho que envolve ritmo e corpo com dinâmicas de grupo e musicoterapia.

Já a educadora Berenice de Almeida apresentará sua experiência na EMIA (Escola Municipal de Iniciação Artística) da Secretaria de Educação da Prefeitura de São Paulo, que mescla as quatro linguagens: musica, dança, teatro e artes visuais.

QUANDO: 9 de julho de 2016, das 9h às 16

QUANTO: público em geral (20 pessoas), R$ 30 (R$ 15, estudantes); professores da rede privada (10 pessoas), R$ 20 (oficina e ingresso para o show do dia – 10 pessoas); professores rede pública e ONGs (20 pessoas), grátis. [/box]

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