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O segundo CD do Mawaca astrolabiotucupira.com.brasil apresenta músicas que unem as tradições africana, ibérica, indígena, árabe, asiática e mediterrânea em arranjos criativos e totalmente acústicos.
São 19 faixas interpretadas pelo septeto vocal acompanhado pelo grupo instrumental formado por acordeom, clarone, fagote, violino, violoncelo, flauta e sax, além de berimbau, tablas, djembés e vibrafone.
Destaque para o divertido Cacuriá maranhense, Cangoma, conhecida na década de 70 pela versão de Clementina de Jesus, Ladainhas, uma fusão entre um pastoril do Nordeste com um tema anônimo medieval; Ó de casa, canto de congada do interior de São Paulo; Koi tchangaré, canto dos Paiter Suruí; e Nana D’Aitoni da Córsega com solo de Angélica Leutwiler acompanhado do berimbau.

O CD conta com participações especiais como a da cantora portuguesa Né Ladeiras; do artista maranhense Tião Carvalho, do contrabaixista Célio Barros e do grupo de percussão da comunidade de Paraisópolis Meninos do Morumbi nas faixas Tambores de Mina, Maracatus e Aguerê de Iansã.

R$30,00

Você também pode comprar esse álbum do Mawaca na plataforma Bandcamp, um serviço de música online que ajuda músicos a serem pagos de forma justa por seu trabalho. Você pode baixar o álbum completo ou faixas avulsas no seu computador ou celular.

Descrição

Saiba mais

Informação adicional

Peso 1000 g
Dimensões 20 × 16 × 3 cm
Manifesto

EcoMúsica

um canto pela vida

Há uma floresta que respira dentro de nós.
Há rios que correm pelas nossas veias.
Há cantos que vêm de muito antes de nós
e que guardam a memória da Terra.

Quando uma árvore cai, não cai apenas uma árvore.
Cai uma morada, um alimento, uma história.

Quando um rio adoece, adoecem também os povos que dele vivem.
Quando um povo perde seu território,
o mundo inteiro perde um pouco de sua humanidade.

Por isso, precisamos caminhar ao lado dos povos indígenas,
aliar nossas vozes às suas vozes,
reconhecer seus saberes, respeitar seus territórios
e aprender outras maneiras de habitar o mundo.

Queremos rios livres, florestas de pé,
terras indígenas demarcadas, povos respeitados.
Queremos que a diversidade da vida
seja tão valorizada quanto a liberdade de pensar,
de cantar, de discordar e de sonhar.

Porque a democracia também é isso:
a possibilidade de muitas vozes coexistirem,
sem que uma queira calar todas as outras.

Dizemos não à intolerância,
ao silenciamento, à violência
e à perda de direitos conquistados com tanta luta.

Hoje, cantamos pela floresta,
pelos povos originários,
pelas águas, pelos pássaros
e por todos aqueles que ainda virão.

Que a nossa música não seja apenas beleza,
mas também memória, cuidado e compromisso.

E que, diante das escolhas que definem nossos caminhos,
saibamos reconhecer o valor de cada conquista,
a responsabilidade de cada voto
e a importância de não permitir retrocessos.

Que possamos seguir construindo um país
onde a vida seja digna,
a natureza respeitada,
a diversidade acolhida
e o futuro sustentável para todos.

Porque cuidar da democracia,
caminhar ao lado dos povos da Terra
e defender os direitos de todos
é cuidar da vida que queremos deixar
para as próximas gerações.

🎊 Três décadas de Mawaca!

Uma página especial para comemorar nossos 30 anos de estrada.

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